Gente como a gente cuidando do meio ambiente


Olha só o personagem que eu encontrei, debaixo de um sol de 34 graus, na praia das castanheiras, no Espírito Santo?

                        O capitão Prateta como é conhecido faz um trabalho voluntário de conscientização ambiental,nas escolas e praias do Espírito Santo e há 17 anos luta para mostrar a importância de não se deixar lixo nas praias – que diga-se de passagem são lindíssimas e não merecem ser maltratadas com a falta de educação de muita gente.

                        A distribuição de sacolinhas oxi-biodegradável para que as pessoas – sem sair de seu conforto e de sua cadeira de praia– coloquem seu lixo,faz parte desse trabalho que merece nosso apoio e carinho.

                        No treinamento que ministro nas empresas em Etiqueta Ambiental além do cuidado com o lixo,às vezes involuntariamente jogado nas lixeiras sem o cuidado de se observar o que deve ir para onde – só copos plásticos, papel, lixo orgânico – falo também daquele bate-papo no banheiro enquanto se escova os dentes e a torneira fica aberta por alguns minutos, gastando água potável tão em falta em várias cidades brasileiras.
E muitos outros assuntos relacionados ao cuidado com nosso planeta e que muita gente não se incluiu nele.                       
                       
                        Se você ainda não tirou seus dias de folga e planeja ir a uma praia, que tal roubar a idéia do capitão Prateta e colaborar com o meio-ambiente? Depois me manda uma foto que eu publico no blog.




2013 chegou.....De cara nova!


            Todas as previsões que li para 2013 dão conta de um ano com excelentes perspectivas, em todas as áreas.

            Para entrar no clima, nosso blog está renovado, de cara nova. Vamos buscar assuntos que atendam sua curiosidade e necessidade, contar experiências que possam contribuir, de alguma forma; ampliar nossa oferta de workshops, palestras e treinamentos, para juntos driblar as dificuldades do dia-a-dia e também darmos boas risadas.

            Você continua sendo minha prioridade e estímulo para buscar novos assuntos e aproveito para agradecer sua companhia por todo o ano de 2012.

Então escreva para Fe.bsbtreinamentos@gmail.com sugerindo temas de seu interesse ou fazendo críticas. Elas serão sempre bem-vindas. Comente com seus amigos.

                                                                       



                                   

2013 está chegando. Que tal zerar a conta da mágoa, da tristeza e do ressentimento? (Parte 2)


Sabe aquela pessoa com quem você se desentendeu, seriamente, há algum tempo e nunca mais se esforçou para conversar, perdoar, dar outra chance?
Deixou prá lá porque acredita que não faz diferença. Pois é. O tempo passou e agora, mais experiente, com melhor compreensão da vida e do ser humano você pode tentar uma aproximação. Não é verdade que somos diferentes e que o grande barato é a diversidade? Então? Faça um esforço. Estabelecer a união, ouvir mais, sempre transforma um ambiente seja ele profissional, familiar ou social.

A mágoa é ruim em todos os sentidos. Ela causa danos físicos e psicológicos. Isso já é motivo suficiente para tirá-la de nossas vidas. Sem contar que tem cara de coisa velha, ultrapassada. E você não vai querer começar o ano-novo com esse ranço, vai?

O poeta Vinícius de Morais escreveu, em seu mundialmente conhecido, Samba da Benção que “É melhor ser alegre, que ser triste, Alegria é a melhor coisa que existe, É assim como a luz no coração”. Você não concorda com ele?
Eu concordo e ainda completo dizendo que a tristeza deixa sua pele feia, seu olhar sem brilho. A alegria transforma, deixa das pessoas mais criativas, mais saudáveis.

E, pense bem. No mundo executivo uma das habilidades mais festejadas é a capacidade de se relacionar bem, de manter o bom humor e o otimismo.
Em minha palestra “Marketing Pessoal e o Emprego no século XXI” , que costumo ministrar em empresas de Brasília, eu explico quais fatores interferem no bom relacionamento que acabam com o clima organizacional.

Então, que tal arrumar uma mochila para viajar rumo a 2013 só com coisas boas, alegres e muito otimismo para encarar os desafios, de cabeça erguida e a certeza de que somos muito melhores do que parecemos?

                                                           Até a próxima!



2013 está chegando. Que tal fazer tudo diferente? (Parte 1)


Estamos a um mês da chegada do ano-novo e não vou começar essa nota dando dicas de como fazer a mala de férias, como se comportar nas festas de confraternização ou nas filas de embarque.

Pensei que naquela lista de desejos para o próximo ano podemos colocar algumas mudanças de atitude como prioridade. Sabe aqueles comportamentos que não deixam sua vida profissional, amorosa e familiar crescer?
Prepare-se e comece agora a pensar em se livrar deles, ou pelo menos de alguns deles.

É verdade que mudar ou até eliminar algum comportamento já arraigado em nossa personalidade é difícil; até porque muitas vezes eles fazem parte do nosso inconsciente e podem inclusive fazer parte das noções de educação que você recebeu. Mas acredite em mim quando digo que algumas mudanças irão lhe trazer excelentes resultados, e não custa nada tentar, pois só depende de cada um de nós.

Mudanças de atitude não podem ter como objetivo “fazer bonito”na frente de amigos ou familiares, mas sobretudo visar ao nosso bem-estar e felicidade.
Claro que não se consegue alcançar a alegria ,a felicidade e o bem-estar de forma rápida, senão pelo exercício de nossas forças.

Então, mãos à obra.
Primeiro comece identificando aqueles comportamentos que mais lhe incomodam e que você quer mudar;
Em seguida, decida por onde começar e trabalhe firme para mudá-los e
Por último seja persistente, não deixe que as dificuldades do dia-a-dia atrapalhe seus planos de bem-estar e felicidade.

E você já reparou como se fala pouco de alegria, otimismo e felicidade?

Em reportagem recente para seu novo livro, Martin Seligman, um dos mais famosos  psicólogos americano, descobriu que para cem reportagens sobre tristeza, existe apenas uma sobre felicidade. Por aqui também a proporção é a mesma.

Então, vamos fazer tudo diferente?
Que tal começar com uma campanha por um 2013 mais feliz? Compartilhe com um amigo essa notinha e me escreva contando as novidades.

                                                                   Até a próxima! 








Com sol ou com chuva eles são fogo

Eu não sei se você já teve a oportunidade de conviver com alguém da corporação do Corpo de Bombeiros. Eu já e hoje quero te contar as surpresas e as experiências que tive com essa classe de trabalhadores adoráveis.

Há alguns anos fui convidada para dar um treinamento no 1º Batalhão de Incêndio de Brasília. Muita gente torceu o nariz quando eu comentava que estava curiosa para iniciar logo o curso. Acostumada a dar aulas de jornalismo em faculdade, tudo era uma grande novidade.

Sim, o público era diferente;não havia sofisticação ou futilidade nos gestos e palavras e o ambiente era de uma gentileza genuinamente simples e muita dedicação em tudo que eles faziam.

Aliás,você já reparou que mesmo em situações de risco ou de extremo cansaço – que é o que ocorre na maioria das vezes – eles são sempre educados?
Na época da seca eles são incansáveis na tentativa de salvar nosso rico cerrado dos incêndios e, agora nas chuvas,socorrendo as pessoas que ficam ilhadas, cortando árvores que caem sobre os carros etc.E até os gatos que fogem para o telhado, com medo de água.

E apenas um simples elogio é o suficiente para fazer brotar um sorriso em seus rostos como se tivessem ganho um prêmio milionário na loteria?

Você percebe que são pessoas que cumprem os preceitos da profissão com muita dedicação e empenho. É de dar inveja a muita gente.

Acho que é por isso que confiamos tanto nesses profissionais “sempre alertas” e dispostos a colocar a mão no fogo por nós.

Que surpresa adorável constatar que o amor ao próximo e a gentileza também veste as cores caqui e vermelha.

E, por falar em roupa, ontem assisti um programa de TV que falava sobre o fetiche das mulheres com homens de farda. Houve um desfile com homens de diversas armas e uma votação para eleger os mais bonitos. Advinha quem estava entre os primeiros? . ....
Envie sua resposta para fe.bsbtreinamentos@gmail.com










Você sabe o que é FNB?


Há algum tempo li uma nota no Correio Braziliense que falava sobre o país da felicidade – o Butão – (situado entre a Índia e a China) e que, ao contrário do que ocorre nos demais países do mundo eles não se preocupam com o aumento do Produto Interno Bruto (PIB). O que é levado a sério é o conceito de Felicidade Nacional Bruta (FNB).
Fiquei maravilhada com a ideia e passei a ler mais sobre felicidade. Numa dessas investidas descobri um tesouro:” O jeito Harvard de ser feliz, de Shawn Achor, que passou mais de uma década vivendo, pesquisando e lecionando na Universidade Harvard.
O livro nos ensina o benefício da felicidade e como é possível construí-la, aos poucos, retreinando nosso cérebro para capitalizar a atitude positiva e melhorar nossa produtividade e desempenho.

                                   Eu recomendo *********

Os Excluídos da Inclusão Digital


Eu costumo acompanhar as notícias sobre educação no país, pelos motivos pertinentes a qualquer cidadão, mas também porque trabalhei na área por muitos anos.Fico sempre me questionando se ainda vamos precisar de muito tempo e discurso para compreender que não dá mais para esperar, se não quisermos ouvir um sonoro: Explode educação.

Essa introdução é para preparar você para o absurdo que vou contar nessa nota.

Semana passada, tirei uns dias de folga e fui conhecer Itaipu, uma cidadezinha de praia, em Niterói-RJ. Uma graça de lugar.
No dia seguinte fui a uma lan house ler e responder meus e-mails. Quando entrei, mal pude enxergar o funcionário que distribuía os computadores, tal a escuridão do lugar. Claro, tem que ser escuro para aumentar a sensação dos garotos aficcionados por jogos eletrônicos.
De repente, vi um garoto, com lápis e caderno na mão, tentando copiar o texto que estava na tela. Me aproximei e li: “Como prevenir a dengue”. Perguntei se ele estava enxergando o que escrevia e ele fez um mais ou menos com a cabeça.
Os meninos que jogavam começaram a me olhar tentando saber de que planeta eu vinha.
Mais adiante, vi uma garota na mesma situação, fazendo uma pesquisa para a matéria de português. Detalhe: a mãe estava em pé ao lado dela.
Não resisti. Cheguei perto e perguntei se ela não achava que aquilo fazia mal a visão da filha e ao entendimento do texto que ela copiava.
Resignada, ela balançou a cabeça e respondeu:- Eu sei que não.

Será que é isso que chamam de inclusão digital? Ah, entendi: é a inclusão dos Excluídos.

Só por curiosidade, quando voltei do descanso, procurei na internet o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB, de algumas escolas da região.
Nem vou te contar para você não ficar desiludida como eu.

E eu já havia sofrido com o resultado do IDEB em Brasília, que ficou muito abaixo da meta, com escolas caindo aos pedaços, e vendo que o dinheiro não é devidamente aplicado onde deveria. O Governo do Distrito Federal não investiu o mínimo nas escolas, um valor equivalente a R$200 milhões. Isso porque a lei diz que 25% do que é arrecadado em impostos deve ser aplicado em educação.


Mas eu quero agradecer aos professores que continuam acreditando que sim é possível construir um Brasil melhor. E, em homenagem ao dia deles, dedico uma citação do mestre Paulo Freire.

Verdades da Profissão de Professor
Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.
Paulo Freire